Como proteger os seus equipamentos eletrônicos contra raios?

001_post_raios_v01-2Por estarem ligados à rede elétrica, os equipamentos eletrônicos estão suscetíveis a picos de tensão, seja de ordem física ou natural, neste caso, descargas elétricas, mais conhecidas como raios.

Quando um raio atinge um local próximo a uma rede elétrica, ele descarrega uma grande quantidade de eletricidade, que percorre fiações até o momento de encontrar um aterramento. É aí que ele pode destruir a fiação e aparelhos eletrônicos que estiverem plugados na tomada. A baixa ou falta de energia não danifica os equipamentos; isso pode ocorrer no retorno da eletricidade, quando ela normalmente possui uma voltagem maior.

Dado o contexto, como proteger os equipamentos eletrônicos em caso de descargas elétricas?

Ter uma instalação elétrica adequada é o primeiro passo para evitar que os aparelhos sejam danificados. Qualquer defeito ou má instalação os torna mais vulneráveis a ocorrências de descargas atmosféricas. Contrate um bom eletricista e certifique-se de que ele utilize materiais certificados e realize a instalação e a manutenção de maneira correta.

O ideal é que cada aparelho seja conectado a uma tomada individual, sem o uso de réguas ou adaptadores do tipo benjamim. A sobrecarga de equipamentos ligados a uma única fonte pode ser prejudicial em caso de queda de raios.

Realizar o aterramento da fiação elétrica da sua residência ou empresa é fundamental para a proteção dos seus aparelhos eletrônicos. Atualmente, no Brasil, esse procedimento é obrigatório. No aterramento, é instalado um cabo de cobre no solo, de maneira que ele possa descarregar as tensões atmosféricas e estáticas, facilitando e otimizando o funcionamento de outros dispositivos de proteção, como disjuntores. Esse processo pode ser aliado à instalação de um DPS, equipamento que protege a rede elétrica contra raios e variações de tensão.

Existem ainda, equipamentos que são comprovadamente resistentes à descarga atmosférica, como por exemplo, os videoporteiros da Intelbras. Nesse caso, os aparelhos contam com proteção contra transientes atmosféricos que tem como base os sistemas usados em centrais telefônicas (PABX). Esse sistema de proteção baseia-se em protetores passivos e ativos, utilizando desde centelhadores a gás até os protetores à base de silício (TVS). A eficácia dessa tecnologia de proteção é comprovada pelos resultados obtidos nos testes em laboratórios, tanto os credenciados pelos órgãos de homologação como a ANATEL, quanto pelos testes em nossos laboratórios internos.

A linha completa de videoporteiros da Intelbras você encontra aqui. Fale com a gente! (11) 2281-6000 (13) 3213-1000.

Fonte: Blog Intelbras

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Dicas de prevenção de incêndio em residências: saiba os cuidados que você deve tomar e como a tecnologia pode ser uma aliada à prevenção

O Corpo de Bombeiros registra anualmente milhares de chamados contra incêndio em residências no Brasil. Por razões variadas, a população se expõe, muitas vezes sem saber, a riscos que poderiam ser evitados com simples cuidados.

FAP500Apesar de todo alerta de cuidados e campanhas de conscientização destinados à população, a ocorrência de incêndios em residências no Brasil é mais comum do que o noticiado. Grande parte desses registros, no entanto, são causados por maus hábitos ou descuido dos próprios moradores. Dados apontam que a cozinha é o local mais arriscado e propenso a ter focos de incêndio em residências, seguida pelo quarto e sala.

Saiba que há simples ações e cuidados que devem ser tomados dentro de casa ou no próprio condomínio para evitar incêndios, e até mesmo orientações em como agir de modo correto em caso de acidentes. A prevenção inicia já na construção do imóvel, que deve ser supervisionada por um engenheiro e arquiteto, a fim de garantir que o projeto seja construído de acordo com todas as normas de segurança devidas. Em caso de prédios e condomínios, é importante saber onde ficam as saídas de emergência, e verificar se elas estão funcionando corretamente. Em caso de incêndio, deve-se obrigatoriamente usar a escada. Conheça algumas dicas de como evitar incêndios em sua residência, minimizando os riscos e prejuízos, que podem ser até mesmo fatais:

  • Instalações elétricas: uma das principais causas de incêndio em residências está ligada à sobrecarga dos circuitos elétricos com o uso de vários aparelhos domésticos ligados a uma mesma tomada, conectados por um benjamim. Esses aparelhos acabam por consumir muita energia ao mesmo tempo em um ponto que pode não suportar a carga, havendo o risco de incêndio por curto circuito. Não utilize extensões de energia debaixo de tapetes ou carpetes, pois o desgaste pode ocasionar seu rompimento, causando incêndio. Fios desencapados são um perigo iminente: substitua-os.  Além disso, é importante que seja feita a revisão da rede elétrica da sua residência a cada dez anos a fim de garantir o seu bom funcionamento. Em caso de incêndios causados por problemas elétricos, não se deve utilizar água para combatê-lo, pois há o risco de choques. Neste caso, utiliza-se extintores de pó ou gás carbônico.
  • A cozinha é o ambiente responsável pelo maior número de ocorrências de incêndios em residências. A combinação de gás e fogo pode ser muito perigosa se alguns cuidados não são tomados. Primeiramente, procure manter-se na cozinha enquanto o forno ou fogão estiverem ligados. Óleo quente, por exemplo, se for aquecido durante muito tempo, pode pegar fogo. Caso isso ocorra, não jogue água na panela pois isso pode provocar um choque térmico, gerando explosão. Botijões devem ser mantidos do lado de fora da casa, evitando que eventuais vazamentos de gás provoquem incêndios. Além disso, tente fechar o registro do gás sempre que ele não estiver sendo usado. Caso sinta o cheiro de gás, não acenda a luz, pois pode ocorrer uma explosão. Feche o registro imediatamente e abra portas e janelas para dissipar o gás. Para se prevenir, certifique-se de que o equipamento que regula a pressão do botijão esteja instalado de modo adequado. Se você possui forno ou fogão a lenha, sempre apague a chama antes de dormir ou sair de casa. Materiais de metal ou alumínio nunca devem ser usados nos fornos de micro-ondas.
  • Fósforos e isqueiros devem ser mantidos fora do alcance de crianças. Cigarros mal apagados, se jogados em gramados ou lixeiras com papel, podem ocasionar incêndios. Para evitar riscos, apague a chama do cigarro apenas em cinzeiros e caixas de areias. Fumar em locais como o quarto, perto de cortinas ou na cama, pode ser muito perigoso.
  • Velas devem ser usadas com cuidado: o ideal é acendê-las dentro de um prato fundo com água, evitando assim, qualquer risco de incêndio. Nunca as deixe perto de cortinas, e não utilize caixas de fósforo ou materiais combustíveis como apoio.
  • Aquecedores de ar devem permanecer em locais seguros e isolados, afastados de móveis como sofás, cortinas e almofadas. Nunca os deixe perto da cama ou então os utilize com o objetivo errado, como o de secar roupas, por exemplo.Cobertores elétricos devem ser desligados antes de dormir.
  • Ferros de passar devem ser retirados da tomada sempre que não estiverem sendo usados, assim como secadores de cabelo e utensílios similares.

Importante é saber que, em caso de incêndio, deve-se imediatamente ligar para o Corpo de Bombeiros – 193. Procure o caminho mais próximo à saída, e ande agachado para respirar e enxergar melhor em caso de presença de fumaça. Evacue todo o local e utilize parte da roupa como uma máscara de proteção ao rosto.

A tecnologia na prevenção de risco de incêndio em residências

Existem equipamentos eletrônicos, como detectores de fumaça, que são grandes aliados à prevenção de riscos de incêndio e podem ser instalados em residências. Ao contrário do que muita gente imagina, esses detectores não são utilizados exclusivamente em locais públicos, empresas e negócios locais. A fácil instalação desses aparelhos é um diferencial: ela pode ser feita pelo próprio morador, por meio de um adesivo, sem a necessidade de interligações por fios, cabos e sistemas complexos, pois eles funcionam de forma autônoma e individual. Isso significa que não há a necessidade do alarme ser conectado a uma central de alarme de incêndio. No momento em que detecta a fumaça, o equipamento dispara um sinal sonoro de alta intensidade, sinalizando o princípio de incêndio. Equipamentos como este são aliados à proteção dos moradores e do patrimônio físico, e constituem uma ótima forma de reforçar os cuidados com prevenção de incêndios. 😉

Fonte: Blog Intelbras

A Incentel trabalha com estes equipamentos. Entre em contato conosco e saiba mais!

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As tecnologias de alarmes de incêndios

C402-404Alguns dispositivos eletrônicos estão tão enraizados no nosso cotidiano que mal nos damos conta de que eles estão presentes no ambiente. Por exemplo, você já parou para pensar no tamanho da estrutura que compõe um sistema de alarmes de incêndio?

Para aqueles interessados em abrir o próprio negócio ou expandir as instalações de seu comércio ou estabelecimento, entender o funcionamento desses sistemas de segurança é de suma importância. Antes de qualquer coisa, por exemplo, a instalação precisa ser feita de acordo com um dos dois padrões diferentes: o convencional ou o endereçável.

Cada modelo possui suas vantagens e desvantagens, mas ambos partem de uma mesma relação de periféricos que fazem com que o grande sistema monitore todo o ambiente. Esse sistema é mantido por uma central de alarme de incêndio, que controla as respostas dos dispositivos a qualquer indício de incêndio.

Para isso, a central depende de um conjunto de dispositivos que são instalados por todo o ambiente a ser monitorado. São eles os detectores, responsáveis por monitorar a área e comunicar à central em caso de problemas; os acionadores, que servem para que qualquer pessoa aperte um botão e ative o alarme; e os sinalizadores, que alertam as pessoas sobre o risco de incêndio.

É neste ponto que a diferença entre centrais convencionais e endereçáveis aparece. No primeiro caso, cada dispositivo responde pelo monitoramento de uma determinada área ou zona. E cada área é ligada à central por um fio (ou conjunto de fios). Se cada andar em um prédio possui 10 áreas, a central desse andar é ligada a 10 fios.

Já no padrão endereçável, cada dispositivo é identificado por um número, ou “endereço”. Isso permite que a central gerencie cada sinalizador, acionador ou detector individualmente, gerando respostas mais rápidas e mais bem direcionadas para o foco do possível incêndio.

A diferença também pode ser sentida no momento de pagar as contas. Se por um lado a instalação do sistema convencional é mais barata, o responsável terá que gastar mais com o cabeamento, uma vez que cada área é conectada à central por um fio ou conjunto de fios exclusivos.

Isso não acontece no sistema endereçável, em que conjuntos de áreas podem ser ligadas à central por meio de laços, sendo um fio interligando vários dispositivos, sem comprometer a identificação de cada dispositivo. A instalação desse padrão de alarmes é indicada para ambientes maiores, pela própria natureza da tecnologia.

Na prática, os dois sistemas são eficazes desde que atendam o projeto especificado. A decisão de qual padrão escolher no momento da instalação fica a cargo do projetista. O importante é não negligenciar a tecnologia, que mesmo sendo quase invisível no dia-a-dia, pode salvar vidas quando for necessário.

A Incentel trabalha continuamente para a satisfação do cliente. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossa linha de alarmes e centrais Elkron.

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Fonte: Olhar Digital

Diferenças entre PABX digital e analógico.

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PABX (do inglês Private Automatic Branch Exchange) nada mais é do que uma central telefônica, muito comum em empresas, escritórios e até em residências, que permite ter sua própria rede de telefonia interna, facilitando e trazendo eficiência à rotina de trabalho. Conheça mais sobre as funções e as diferenças entre PABX digital e analógico.

O que é um PABX?

De um modo simplificado, uma cen
tral telefônica PABX 
conecta-se em linha direta a uma operadora de telefonia, da mesma maneira que um telefone residencial comum. O que diferencia esses dois produtos é que o PABX permite a conexão com outras linhas internas, feita através de ramais. Isso possibilita maior eficiência e rapidez na comunicação, e economia, já que elimina a necessidade de várias linhas telefônicas num mesmo local. É possível realizar a discagem e chamada para os ramais internos, assim como a transferência de ligações entre eles, com sigilo total entre as ligações. Enquanto isso, a conexão com linhas externas é mantida, ou seja, é possível realizar chamadas normalmente para linhas telefônicas fixas.

Tipos de PABX: analógico e digital

No mercado, existem basicamente dois tipos de tecnologia disponíveis para centrais telefônicas: a analógica e digital.

Os PABX analógicos proporcionam recursos profissionais de telefonia e exigem manutenção e suporte técnico feitos por especialistas para garantir o bom funcionamento. Ainda são os mais utilizados em residências e empresas de pequeno e médio porte que desejam profissionalizar sua comunicação, devido ao menor custo de investimento se comparado à tecnologia digital. Suas funções básicas são:

  • Controle das chamadas telefônicas internas e externas
  • Chamada em espera
  • Permissões para realizar chamadas distintas para cada ramal
  • Conexão com ramais sem fio
  • Transferência de chamadas
  • Identificador de chamadas
  • Reuniões por telefone
  • Bloqueio no recebimento de chamadas a cobrar

Os PABX digitais contemplam todas essas funções acima com um grande diferencial, se comparado aos analógicos: a maior oferta de recursos. Conheça algumas características que diferenciam um PABX digital:

  • Comunicação híbrida integrando as tecnologias analógica, digital e IP
  • Seleção automática de linhas, na hora da ligação a central verifica o melhor plano que o cliente tem em cada linha, gerando mais economia.
  • Ramal econômico, programa um limite de tempo para cada ligação, exemplo: o telefone do seu colaborador está programado para fazer chamadas de no máximo 5 minutos, quando passar disso a ligação cairá.
  • Terminais com tecnologia digital
  • Capacidade ilimitada de ramais
  • Consulta a portabilidade para números celular, sua ligação sempre sairá pela operadora que possibilidade mais economia.
  • Estrutura flexível, a capacidade da central se molda de acordo com a sua necessidade
  • Realização de chamadas com tecnologia IP
  • Facilidade na configuração do sistema
  • Possibilidade de interligação com outros PABX
  • Possibilidade de interligação com computadores
  • Interligação entre matriz e filial através da tecnologia VoIP

Um projeto de PABX digital apresenta um custo relativamente maior do que o analógico, porém, dependendo do cenário, ele oferece mais recursos e funcionalidades necessárias para médias e grandes empresas.

Fonte: Intelbras

Quer saber mais sobre essas tecnologias? Entre em contato conosco e conheça! Central de Atendimento: São Paulo (11) 2281-6000 – Santos (13) 3213-1000.